Um vira-latas em Washington

Bolsonaro e sua matilha foram aos EUA tietar Trump e envergonhar brasileiros com suas frases desconexas, vazias e acompanhadas de gestos típicos de vassalagem.

O presidente do Brasil está se tornando especialista em destruir a altivez dos brasileiros. Seu desprezo pelo seu próprio país e a exaltação, indigna, aos Estados Unidos, está gerando asco em muita gente. Bolsonaro vai com as mãos cheias de presentes, como aquela avó, que presenteia todos na noite de natal e, na maioria das vezes, volta de mãos vazias para casa. A avó, pelo menos, presenteia a sua família. A continuidade, a união e a felicidade de família é o grande presente para a vozinha que a estimula a continuar com tal gesto nobre.

Estranho é Bolsonaro, que decide, na noite de “natal”, entregar presentes em outras casas, para outras famílias, deixando os seus de mãos vazias. Foi isso que ele fez quando abriu, sem nenhuma contrapartida de benefícios ao povo brasileiro, as portas do país para cidadãos americanos, australianos, canadenses e japoneses, que a partir de agora, serão dispensados de vistos para ingressar no país. Sequer exigiu alguma flexibilidade na burocracia dos vistos para brasileiros que desejam visitar esses países.

Outro fato que gerou indignação e retrata perfeitamente o que escrevi acima, é a entrega da base aérea de Alcântara aos EUA. Eles sempre tiveram uma obsessão por esta base, mas nunca haviam conseguido tomar posse dela, até que o mais vil dos vira-latas brasileiros chegasse à presidência. O amor platônico de Bolsonaro por Trump e os EUA, é o que a Casa Branca precisava para exercer seu poder sobre o Brasil.

Alcântara está localizada no Maranhão, nordeste brasileiro, e em frente à África Ocidental. Local ideal para os Estados Unidos garantirem suas operações político-militares na América do Sul e na África. Também é um lugar estratégico para um possível confronto contra Rússia e China. Por estas e outras razões é que, até hoje, o Brasil nunca entregou a base aérea para eles. Os EUA são grandes inimigos em potencial do Brasil e deixá-los à vontade em nossa casa, é um ato de fraqueza e ingenuidade.  

Em Washington, Bolsonaro prestou um papel ridículo diante do mundo. Ficou notório que seu único propósito por lá é massagear o ego e lamber as botas de outro, igualmente louco, mas nem um pouco vira-latas, Donald Trump.

Até quando vai durar esse show de horrores no Brasil? Quanto mais teremos que sofrer e perder para que algo seja feito? Vivemos dias angustiantes, dias tenebrosos e com futuro desolador. Não há uma pessoa, minimamente inteligente, que não esteja sendo torturado pela aflição e os maus presságios.

É um suplício contínuo ter que ler e ouvir, diariamente, sobre as imbecilidades de Bolsonaro, de seus filhos e asseclas. Ter que testemunhar seus atos de insanidade, que estão libertando milhares de “espíritos” violentos e antidemocráticos, que estavam reprimidos nos seres igualmente perturbados e idiotizados.

Que os livros, a sabedoria, o amor e o bom senso nos libertem, o quanto antes, deste pesadelo dantesco o qual estão nos submetendo.

Redação Carta Democrática

Reuters/Ueslei Marcelino/Yuri Gripas (Fotomontagem)

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